Sábado – Pense por si

O guião trumpista da direita portuguesa

Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.

Se pararmos para pensar...

“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.

Os passos de Passos

As opções da política externa portuguesa podem ser a favor ou contra a acção americana e israelita, sujeitas a debate e contradição. Mas a base americana nos Açores e a sua utilização no ataque ao Irão é um aspecto distinto dessas opções na medida que há questões de soberania e um tratado, que importa saber se foi ou não cumprido.

Estes são os últimos dias de Marcelo como Presidente

Era um espectáculo ver os republicanos a aplaudir de pé uma frase de Trump, esboçar o gesto de se sentar e levantar-se de imediato de novo para, mais uma vez, aplaudir. Não sei quantos segundos estiveram sentados nas duas horas dos discursos, deve ter sido um cansaço. Bem feito.

Quando digo que Portugal é um País pobre...

Portugal é um país pobre no papel e importância dos baixos salários, na crise da habitação para os que não tem milhões para comprar casa, na desigualdade e exclusão social, em elites que deslumbradas pela tecnologia estão a destruir o papel fundamental da escola como elevador social, criando gerações que mal falam português, não sabem escrever e não leem.

Felicidade triste ou tristeza feliz?

Ganhou o Presidente Zen. Presumo que Seguro nunca tenha lido Daisetsu Teitaro Suzuki, mas o seu principal mérito é ter percebido que a forma mais eficaz de derrotar o candidato Ventura/ Godzilla

As eleições Presidenciais são importantes...

Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.

As eleições tristes

O PSD pode continuar a governar – embora devesse pensar por que razão tem de estar sempre a negociar com o Chega e o PS –, mas uma dinâmica de crescimento baseada nos seus princípios identitários acabou. O que não toma posição, abre as portas do que tem aos devoradores.

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